Desabafo de milhares!
Não tive a honra de ver jogar Pelé, Pepe, Coutinho e tantos outros que  comandavam o futebol nacional, quiçá o mundial, em sua época. Só por  vídeo e DVD que eu posso tentar imaginar como era viver, ouvir e ver  narrações épicas dos feitos do gênio e maior jogador de todos os tempos:  Pelé. Sou tão novo, que se quer lembro-me dos tempos áureos do Messias,  em 1995 quando Giovanni regia o time do Santos. Talvez por ser tão  novo, podem dizer que eu não entendo de futebol. Mas afirmo com toda  certeza que me é possível: Não preciso entender de Futebol para saber  que aquele time de 2002 era mágico, não digo raro pois estamos falando  do Santos. Quem não lembra de um time de garotos, se comparado aos  outros, que o próprio técnico Leão disse que lutaria para não cair?  Aquele time com o franzino Robinho, o jovem Diego, os inexperientes  Elano e Renatinho. Dois bons laterais, Maurinho e o fiel Léo. Tinha lá  uns cabeças de bagre, Paulo Almeida que o diga. Um bom zagueiro e um até  então excelente goleiro. Alex e Fábio costa tinham a companhia de um  nervoso André Luiz. Obrigado Alberto, você também fez parte disso. Mas  só descobriríamos a capacidade deles depois do desacreditado título, e  da ousadia de Robinho. Pedaladas que marcaram um nome, pedaladas que  marcaram a vida de uma nação. A nação alvinegra do Santos. A nação que  se orgulha de seus Meninos da Vila. Então, surgiram mais títulos e  depois surgiram tempos difíceis. Surgiram também Neymar e Ganso. Um filé de borboleta sem aproveitamento  em 2009 e uma promessa que só ficou na promessa daquele ano. Quando um  técnico jovem, com um potencial tremendo, assumiu o Santos, surgiram as  feras. O maestro Paulo Henrique Ganso, com uma canhota mágica e  equilibrada. A fera Neymar, com penteados estranhos e habilidade de  inigualável. Robinho voltou, e não precisamos dizer que ele continua  sendo um eterno menino da vila, não é? Surgiu André, há quem diga que o  centro-avante só jogou por conta de seus parceiros. Mas mesmo assim  André, você faz muita falta! Voltou Wesley também, que de atacante virou  volante-armador, mas não perdeu a habilidade para balançar as redes.  Veio Arouca, mitológico a frente da zaga de Edu Dracena e Durval. Pará,  que tanto nos assusta, e Léo, que tanto nos emociona com sua fidelidade  eram os laterais de confiança do Felipe. Felipe? Ah, o mão de alface que  foi ofuscado quando um novo goleiro teve chance. Rafael, promessa,  realidade, defesas impossíveis, bolas inalcançáveis que só ele  alcançava, e uma excelente macumba nos pênaltis. Pena que tudo acabou  com a janela de transferências, com um joelho estourado e com um técnico  demitido. Quem demitiu Dorival infelizmente contratou Adilson Batista.
Adilson Batista, o matador de  maquinas. Por que ele não pode escalar o time e deixar eles jogarem?  Neymar é ponta, professor Pardal. Você tem Elano, um jogador que faz o  simples como ninguém. Maikon Leite e Zé Eduardo são titulares, professor  Pardal. O que você acha que está fazendo deixando o Diogo jogar? Se seu  intuito é fazer o time do santos dar vexame, está conseguindo.  Esperamos, humildemente, que você jogue a toalha branca ou que, enxergue  seus erros e os corrija: Com a volta do Ganso não tem desculpa. Ou você  ajeita o time ou sai. Por que eu não quero que aconteça com o Santos o  que aconteceu com o Cruzeiro. Eu não quero que aconteça com Ganso o que  aconteceu com Diego. NÓS, queremos a libertadores. Queremos, sobretudo, a  alegria. Devolva já a alegria dos meninos da vila. Devolva já a alegria  dos torcedores do maior time do mundo.É isso, força Santos, fora Adilson. 
by:Thiago Souza.

Desabafo de milhares!

Não tive a honra de ver jogar Pelé, Pepe, Coutinho e tantos outros que comandavam o futebol nacional, quiçá o mundial, em sua época. Só por vídeo e DVD que eu posso tentar imaginar como era viver, ouvir e ver narrações épicas dos feitos do gênio e maior jogador de todos os tempos: Pelé. Sou tão novo, que se quer lembro-me dos tempos áureos do Messias, em 1995 quando Giovanni regia o time do Santos. Talvez por ser tão novo, podem dizer que eu não entendo de futebol. Mas afirmo com toda certeza que me é possível: Não preciso entender de Futebol para saber que aquele time de 2002 era mágico, não digo raro pois estamos falando do Santos. Quem não lembra de um time de garotos, se comparado aos outros, que o próprio técnico Leão disse que lutaria para não cair? Aquele time com o franzino Robinho, o jovem Diego, os inexperientes Elano e Renatinho. Dois bons laterais, Maurinho e o fiel Léo. Tinha lá uns cabeças de bagre, Paulo Almeida que o diga. Um bom zagueiro e um até então excelente goleiro. Alex e Fábio costa tinham a companhia de um nervoso André Luiz. Obrigado Alberto, você também fez parte disso. Mas só descobriríamos a capacidade deles depois do desacreditado título, e da ousadia de Robinho. Pedaladas que marcaram um nome, pedaladas que marcaram a vida de uma nação. A nação alvinegra do Santos. A nação que se orgulha de seus Meninos da Vila. Então, surgiram mais títulos e depois surgiram tempos difíceis.
Surgiram também Neymar e Ganso. Um filé de borboleta sem aproveitamento em 2009 e uma promessa que só ficou na promessa daquele ano. Quando um técnico jovem, com um potencial tremendo, assumiu o Santos, surgiram as feras. O maestro Paulo Henrique Ganso, com uma canhota mágica e equilibrada. A fera Neymar, com penteados estranhos e habilidade de inigualável. Robinho voltou, e não precisamos dizer que ele continua sendo um eterno menino da vila, não é? Surgiu André, há quem diga que o centro-avante só jogou por conta de seus parceiros. Mas mesmo assim André, você faz muita falta! Voltou Wesley também, que de atacante virou volante-armador, mas não perdeu a habilidade para balançar as redes. Veio Arouca, mitológico a frente da zaga de Edu Dracena e Durval. Pará, que tanto nos assusta, e Léo, que tanto nos emociona com sua fidelidade eram os laterais de confiança do Felipe. Felipe? Ah, o mão de alface que foi ofuscado quando um novo goleiro teve chance. Rafael, promessa, realidade, defesas impossíveis, bolas inalcançáveis que só ele alcançava, e uma excelente macumba nos pênaltis. Pena que tudo acabou com a janela de transferências, com um joelho estourado e com um técnico demitido. Quem demitiu Dorival infelizmente contratou Adilson Batista.

Adilson Batista, o matador de maquinas. Por que ele não pode escalar o time e deixar eles jogarem? Neymar é ponta, professor Pardal. Você tem Elano, um jogador que faz o simples como ninguém. Maikon Leite e Zé Eduardo são titulares, professor Pardal. O que você acha que está fazendo deixando o Diogo jogar? Se seu intuito é fazer o time do santos dar vexame, está conseguindo. Esperamos, humildemente, que você jogue a toalha branca ou que, enxergue seus erros e os corrija: Com a volta do Ganso não tem desculpa. Ou você ajeita o time ou sai. Por que eu não quero que aconteça com o Santos o que aconteceu com o Cruzeiro. Eu não quero que aconteça com Ganso o que aconteceu com Diego. NÓS, queremos a libertadores. Queremos, sobretudo, a alegria. Devolva já a alegria dos meninos da vila. Devolva já a alegria dos torcedores do maior time do mundo.

É isso, força Santos, fora Adilson.

by:Thiago Souza.