Arouca com lesão na coxa direita, deve ficar 20 dias afastado!

Uma ressonância magnética realizada nesta terça-feira identificou que o  volante Arouca está com uma lesão na coxa direita, e ele terá de se  ausentar das atividades por 20 dias.

Arouca com lesão na coxa direita, deve ficar 20 dias afastado!

Uma ressonância magnética realizada nesta terça-feira identificou que o volante Arouca está com uma lesão na coxa direita, e ele terá de se ausentar das atividades por 20 dias.

O Santos Futebol Clube foi fundado no dia 14 de abril de 1912, mas  entrou para a história do futebol mundial quando acolheu em 1956 um  rapaz de 15 anos chamado Edson Arantes do Nascimento que se tornaria o  maior jogador de futebol de todos os tempos.
Nos anos 60, o Santos de Pelé, Dorval, Mengávio, Coutinho e Pepe  ganhou duas libertadores, dois mundiais interclubes e no campeonato  paulista só não levou o de 1963 e 1966. Um dos times de maior sucesso da  história e muitas vezes aplaudido até pelas torcidas adversárias.
Desde então, o Santos passou por altos e baixos, mas sempre entre os principais times brasileiros.

autor desconhecido.

O Santos Futebol Clube foi fundado no dia 14 de abril de 1912, mas entrou para a história do futebol mundial quando acolheu em 1956 um rapaz de 15 anos chamado Edson Arantes do Nascimento que se tornaria o maior jogador de futebol de todos os tempos.

Nos anos 60, o Santos de Pelé, Dorval, Mengávio, Coutinho e Pepe ganhou duas libertadores, dois mundiais interclubes e no campeonato paulista só não levou o de 1963 e 1966. Um dos times de maior sucesso da história e muitas vezes aplaudido até pelas torcidas adversárias.

Desde então, o Santos passou por altos e baixos, mas sempre entre os principais times brasileiros.

autor desconhecido.

não sou santista de coração, pois um dia ele para.. sou santista de alma, pois ela sim é eterna!

não sou santista de coração, pois um dia ele para.. sou santista de alma, pois ela sim é eterna!

"enfim o adilson batista foi demitido, agora sim #vamossertrisantos"
Desabafo de milhares!
Não tive a honra de ver jogar Pelé, Pepe, Coutinho e tantos outros que  comandavam o futebol nacional, quiçá o mundial, em sua época. Só por  vídeo e DVD que eu posso tentar imaginar como era viver, ouvir e ver  narrações épicas dos feitos do gênio e maior jogador de todos os tempos:  Pelé. Sou tão novo, que se quer lembro-me dos tempos áureos do Messias,  em 1995 quando Giovanni regia o time do Santos. Talvez por ser tão  novo, podem dizer que eu não entendo de futebol. Mas afirmo com toda  certeza que me é possível: Não preciso entender de Futebol para saber  que aquele time de 2002 era mágico, não digo raro pois estamos falando  do Santos. Quem não lembra de um time de garotos, se comparado aos  outros, que o próprio técnico Leão disse que lutaria para não cair?  Aquele time com o franzino Robinho, o jovem Diego, os inexperientes  Elano e Renatinho. Dois bons laterais, Maurinho e o fiel Léo. Tinha lá  uns cabeças de bagre, Paulo Almeida que o diga. Um bom zagueiro e um até  então excelente goleiro. Alex e Fábio costa tinham a companhia de um  nervoso André Luiz. Obrigado Alberto, você também fez parte disso. Mas  só descobriríamos a capacidade deles depois do desacreditado título, e  da ousadia de Robinho. Pedaladas que marcaram um nome, pedaladas que  marcaram a vida de uma nação. A nação alvinegra do Santos. A nação que  se orgulha de seus Meninos da Vila. Então, surgiram mais títulos e  depois surgiram tempos difíceis. Surgiram também Neymar e Ganso. Um filé de borboleta sem aproveitamento  em 2009 e uma promessa que só ficou na promessa daquele ano. Quando um  técnico jovem, com um potencial tremendo, assumiu o Santos, surgiram as  feras. O maestro Paulo Henrique Ganso, com uma canhota mágica e  equilibrada. A fera Neymar, com penteados estranhos e habilidade de  inigualável. Robinho voltou, e não precisamos dizer que ele continua  sendo um eterno menino da vila, não é? Surgiu André, há quem diga que o  centro-avante só jogou por conta de seus parceiros. Mas mesmo assim  André, você faz muita falta! Voltou Wesley também, que de atacante virou  volante-armador, mas não perdeu a habilidade para balançar as redes.  Veio Arouca, mitológico a frente da zaga de Edu Dracena e Durval. Pará,  que tanto nos assusta, e Léo, que tanto nos emociona com sua fidelidade  eram os laterais de confiança do Felipe. Felipe? Ah, o mão de alface que  foi ofuscado quando um novo goleiro teve chance. Rafael, promessa,  realidade, defesas impossíveis, bolas inalcançáveis que só ele  alcançava, e uma excelente macumba nos pênaltis. Pena que tudo acabou  com a janela de transferências, com um joelho estourado e com um técnico  demitido. Quem demitiu Dorival infelizmente contratou Adilson Batista.
Adilson Batista, o matador de  maquinas. Por que ele não pode escalar o time e deixar eles jogarem?  Neymar é ponta, professor Pardal. Você tem Elano, um jogador que faz o  simples como ninguém. Maikon Leite e Zé Eduardo são titulares, professor  Pardal. O que você acha que está fazendo deixando o Diogo jogar? Se seu  intuito é fazer o time do santos dar vexame, está conseguindo.  Esperamos, humildemente, que você jogue a toalha branca ou que, enxergue  seus erros e os corrija: Com a volta do Ganso não tem desculpa. Ou você  ajeita o time ou sai. Por que eu não quero que aconteça com o Santos o  que aconteceu com o Cruzeiro. Eu não quero que aconteça com Ganso o que  aconteceu com Diego. NÓS, queremos a libertadores. Queremos, sobretudo, a  alegria. Devolva já a alegria dos meninos da vila. Devolva já a alegria  dos torcedores do maior time do mundo.É isso, força Santos, fora Adilson. 
by:Thiago Souza.

Desabafo de milhares!

Não tive a honra de ver jogar Pelé, Pepe, Coutinho e tantos outros que comandavam o futebol nacional, quiçá o mundial, em sua época. Só por vídeo e DVD que eu posso tentar imaginar como era viver, ouvir e ver narrações épicas dos feitos do gênio e maior jogador de todos os tempos: Pelé. Sou tão novo, que se quer lembro-me dos tempos áureos do Messias, em 1995 quando Giovanni regia o time do Santos. Talvez por ser tão novo, podem dizer que eu não entendo de futebol. Mas afirmo com toda certeza que me é possível: Não preciso entender de Futebol para saber que aquele time de 2002 era mágico, não digo raro pois estamos falando do Santos. Quem não lembra de um time de garotos, se comparado aos outros, que o próprio técnico Leão disse que lutaria para não cair? Aquele time com o franzino Robinho, o jovem Diego, os inexperientes Elano e Renatinho. Dois bons laterais, Maurinho e o fiel Léo. Tinha lá uns cabeças de bagre, Paulo Almeida que o diga. Um bom zagueiro e um até então excelente goleiro. Alex e Fábio costa tinham a companhia de um nervoso André Luiz. Obrigado Alberto, você também fez parte disso. Mas só descobriríamos a capacidade deles depois do desacreditado título, e da ousadia de Robinho. Pedaladas que marcaram um nome, pedaladas que marcaram a vida de uma nação. A nação alvinegra do Santos. A nação que se orgulha de seus Meninos da Vila. Então, surgiram mais títulos e depois surgiram tempos difíceis.
Surgiram também Neymar e Ganso. Um filé de borboleta sem aproveitamento em 2009 e uma promessa que só ficou na promessa daquele ano. Quando um técnico jovem, com um potencial tremendo, assumiu o Santos, surgiram as feras. O maestro Paulo Henrique Ganso, com uma canhota mágica e equilibrada. A fera Neymar, com penteados estranhos e habilidade de inigualável. Robinho voltou, e não precisamos dizer que ele continua sendo um eterno menino da vila, não é? Surgiu André, há quem diga que o centro-avante só jogou por conta de seus parceiros. Mas mesmo assim André, você faz muita falta! Voltou Wesley também, que de atacante virou volante-armador, mas não perdeu a habilidade para balançar as redes. Veio Arouca, mitológico a frente da zaga de Edu Dracena e Durval. Pará, que tanto nos assusta, e Léo, que tanto nos emociona com sua fidelidade eram os laterais de confiança do Felipe. Felipe? Ah, o mão de alface que foi ofuscado quando um novo goleiro teve chance. Rafael, promessa, realidade, defesas impossíveis, bolas inalcançáveis que só ele alcançava, e uma excelente macumba nos pênaltis. Pena que tudo acabou com a janela de transferências, com um joelho estourado e com um técnico demitido. Quem demitiu Dorival infelizmente contratou Adilson Batista.

Adilson Batista, o matador de maquinas. Por que ele não pode escalar o time e deixar eles jogarem? Neymar é ponta, professor Pardal. Você tem Elano, um jogador que faz o simples como ninguém. Maikon Leite e Zé Eduardo são titulares, professor Pardal. O que você acha que está fazendo deixando o Diogo jogar? Se seu intuito é fazer o time do santos dar vexame, está conseguindo. Esperamos, humildemente, que você jogue a toalha branca ou que, enxergue seus erros e os corrija: Com a volta do Ganso não tem desculpa. Ou você ajeita o time ou sai. Por que eu não quero que aconteça com o Santos o que aconteceu com o Cruzeiro. Eu não quero que aconteça com Ganso o que aconteceu com Diego. NÓS, queremos a libertadores. Queremos, sobretudo, a alegria. Devolva já a alegria dos meninos da vila. Devolva já a alegria dos torcedores do maior time do mundo.

É isso, força Santos, fora Adilson.

by:Thiago Souza.

Ser Santista é mais do que torcer por um time de futebol. É torcer pelo melhor do mundo. É vestir uma camisa que tem um peso gigantesco – tanto pela História quanto pela Tradição. Ser Santista é fazer parte de uma nação alvinegra, comandada por um Rei venerado até mesmo pelos adversários. É ter um passado recheado de glórias, mesmo que algumas lembranças sejam malditamente dolorosas. Ser Santista não é apenas um orgulho. É um privilégio, desfrutado por poucos. E olha que somos muitos. Ser Santista é nascer com a espinha do Peixe cravada no fundo do coração, que pulsa forte a cada drible, a cada lance, a cada gol, abastecendo cada uma de nossas veias com o sangue da raça alvinegra. Ser Santista é suspender uma guerra por meio da arte feita com a bola, com anjos vestidos de branco levando a paz para outros continentes. Ser Santista é ter a garganta ferida pelos gols, ter o peito coberto com um manto sagrado e respeitado mundialmente. Ser santista é fazer poesia com os pés, mesmo que os invejosos batam, quebrem e tentem obstruir a criação divina. É ter orgulho ao pisar nas terras sagradas da Famosa Vila. Pois enquanto os anjos de branco enchem as redes adversárias, nosso peito se enche do orgulho de “nascer, viver e no Santos morrer – um orgulho” - glorioso e grandioso – “que nem todos podem ter”.
Tiago Buckowsky Xavier

Ser Santista é mais do que torcer por um time de futebol. É torcer pelo melhor do mundo. É vestir uma camisa que tem um peso gigantesco – tanto pela História quanto pela Tradição. Ser Santista é fazer parte de uma nação alvinegra, comandada por um Rei venerado até mesmo pelos adversários. É ter um passado recheado de glórias, mesmo que algumas lembranças sejam malditamente dolorosas. Ser Santista não é apenas um orgulho. É um privilégio, desfrutado por poucos. E olha que somos muitos. Ser Santista é nascer com a espinha do Peixe cravada no fundo do coração, que pulsa forte a cada drible, a cada lance, a cada gol, abastecendo cada uma de nossas veias com o sangue da raça alvinegra. Ser Santista é suspender uma guerra por meio da arte feita com a bola, com anjos vestidos de branco levando a paz para outros continentes. Ser Santista é ter a garganta ferida pelos gols, ter o peito coberto com um manto sagrado e respeitado mundialmente. Ser santista é fazer poesia com os pés, mesmo que os invejosos batam, quebrem e tentem obstruir a criação divina. É ter orgulho ao pisar nas terras sagradas da Famosa Vila. Pois enquanto os anjos de branco enchem as redes adversárias, nosso peito se enche do orgulho de “nascer, viver e no Santos morrer – um orgulho” - glorioso e grandioso – “que nem todos podem ter”.

Tiago Buckowsky Xavier